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Três métricas que todo dono de clínica deveria acompanhar

Muito relatório de tráfego pago mostra número demais e informação de menos. Para quem é dono de clínica e não trabalha com marketing, três números resolvem a maior parte das decisões. Custo por agendamento. Não é o custo por lead. É quanto custou, em mídia, cada consulta efetivamente marcada na agenda. Esse é o número que se compara com o valor do procedimento. Taxa de comparecimento. De cada dez pacientes que agendam, quantos aparecem. Se essa taxa é baixa, o problema não está no anúncio, e sim na confirmação e no atendimento. Retorno sobre o investimento em mídia. Quanto entrou de faturamento vindo dos pacientes que chegaram pelo anúncio, dividido pelo que foi investido no período. É o que diz se vale a pena aumentar a verba. Com esses três números, a conversa sobre investimento em mídia deixa de ser sobre curtidas e alcance e passa a ser sobre agenda cheia e faturamento.

Custo por lead alto no Meta Ads: por onde começar o diagnóstico

Quando o custo por lead sobe, a reação comum é trocar o criativo. Às vezes é isso mesmo. Na maioria das vezes, não. O custo por lead é o resultado final de uma sequência. Antes de mexer em qualquer coisa, vale olhar cada etapa em ordem: CPM. Se o custo por mil impressões subiu, o problema pode ser de leilão, sazonalidade ou público pequeno demais. Comparar com o mês anterior mostra se a mudança é sua ou do mercado. CTR. Se está baixo, o criativo ou a promessa não conversam com o público escolhido. Aqui sim o problema é de anúncio. Taxa de conversão da página. Se o CTR está bom e mesmo assim o lead sai caro, o gargalo está depois do clique: página lenta, formulário longo, oferta confusa. Qualidade do lead. Lead barato que não responde no WhatsApp custa mais caro do que lead caro que agenda. Sempre confira o que acontece depois do formulário. O erro mais comum é mudar três coisas ao mesmo tempo e não saber qual delas resolveu. Uma alteração por vez, com tempo suficiente para o aprend...

Como estruturar campanhas de Google Ads para clínicas médicas

A maioria das contas de clínica que recebo para auditar tem o mesmo problema: uma única campanha, com dezenas de palavras-chave misturadas, tentando falar com pacientes em momentos completamente diferentes. Quem pesquisa "harmonização facial preço" está em outro estágio de decisão de quem pesquisa "clínica de harmonização facial na Barra da Tijuca". A primeira busca compara. A segunda quer agendar. Colocar as duas na mesma campanha, com o mesmo lance e o mesmo anúncio, joga fora orçamento. O que funciona melhor na prática: Separe por intenção. Uma campanha para termos de marca, uma para termos de procedimento com localidade, e uma para termos genéricos de comparação, cada uma com o próprio orçamento. Use palavras-chave negativas desde o primeiro dia. Termos como "curso", "como fazer", "salário" e "faculdade" consomem verba sem gerar agendamento. Leve o clique para uma página do procedimento, não para a home. Página específi...